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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Imóveis novos tiveram variação mensal de 1,9% em Curitiba, em novembro.

Os imóveis novos em Curitiba tiveram variação mensal de 1,9% em novembro de 2013, de acordo com a última pesquisa de preços realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR). Desse modo, o preço médio do metro quadrado privativo dos lançamentos na capital paranaense chegou a R$ 5.651,07. O presidente da entidade, Gustavo Selig, acredita que, considerando janeiro a dezembro de 2013, a valorização dos apartamentos novos em Curitiba deve corresponder ao dobro da inflação no período, índice este que deve fechar entre 5,5% e 6%, segundo projeções do Banco Central.

“Os imóveis novos vão continuar a valorizar na capital paranaense seguindo esse patamar de regularidade, acima da inflação. O principal motivo para a alta é o aumento do preço dos insumos como materiais, mão de obra e equipamentos”, prevê Selig. O Custo Unitário da Construção (CUB), no Estado, teve reajuste de 6,56% em 2013, segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR).

Confirmando a tendência do período anterior, a maior variação entre os meses de outubro e novembro de 2013 se deu para os apartamentos novos de um dormitório, studios e lofts, que acumularam alta de 2,7%, com preço médio do metro quadrado privativo de R$ 6.065,00. Os imóveis de quatro e três dormitórios tiveram praticamente o mesmo índice de reajuste, de 2% e 1,9%, com R$ 7.570,00 e R$ 5.619,00 de preço médio do metro quadrado, respectivamente. O preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos de dois dormitórios teve reajuste de 1,3%, chegando a R$ 5.231,00.

“Os dados revelam a estratégia usada pelas construtoras  e incorporadoras no ano passado, com o direcionamento de seus lançamentos para os segmentos de alto padrão e luxo, desde os imóveis compactos até os com maior espaço interno. Além disso, o setor se volta para os empreendimentos com a tradicional configuração de três dormitórios que se sobrepõem aos edifícios com dois dormitórios. Esta tipologia, em época recente, chegou a concentrar mais da metade do total de apartamentos novos em Curitiba para a venda”, avalia Selig.

Em 12 meses, considerando como referência o mês de novembro, o preço médio do metro quadrado privativo para os apartamentos residenciais novos teve alta de 11,7% em Curitiba, sendo os maiores aumentos para os imóveis de um e três dormitórios, com reajustes de 13% e 12,7%, respectivamente. De dezembro de 2012 a novembro de 2013, os imóveis novos na capital paranaense tiveram reajuste de 9%, com destaque para os apartamentos de um e quatro dormitórios que tiveram os maiores reajustes, de 11,8% e 10,2% respectivamente.

Considerando os imóveis novos disponíveis para a venda em novembro, o Campina do Siqueira desbancou o Batel com o maior preço médio do metro quadrado privativo para apartamentos de um dormitório (R$ 8.404,00). Já para os imóveis novos de dois e três dormitórios, o Batel permanece na liderança, com preço médio do metro quadrado privativo de R$ 8.511,00 e R$ 9.442,00, respectivamente. O Cabral mantem-se com o maior valor privativo entre os apartamentos de quatro dormitórios (R$ 9.705,00).

O levantamento da Ademi/PR, de janeiro a novembro, contou com uma amostra de 317 empreendimentos e 10.515 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos), vendidos por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba.

Antecipar IPTU dá desconto de 6% em Curitiba

Os carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de cerca de 600 mil imóveis da capital já começam bater à porta dos curitibanos. Todos os boletos devem ser entregues nas próximas duas semanas. Neste ano, o imposto teve reajuste de 5,77%. O pagamento à vista, até o dia 10 de fevereiro, dá desconto de 6%. Há a possibilidade de parcelar o valor em 10 prestações, desde que elas não sejam menores do que R$ 10.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Registro de imóveis será eletrônico

A partir de julho de 2014, o documento deve estar disponível on-line

Para agilizar as transações que envolvem imóveis, a lei 11.977/2009 prevê que todos os registradores terão de contar com plataforma on-line para o registro. Válida para todos os estados, a lei determina que o documento deve migrar para versão eletrônica até 8 de julho de 2014.

A pouco mais de seis meses do prazo, o Paraná está preparado para a mudança. De acordo com o diretor de registro de Imóveis da Associação Nacional dos Registradores no Paraná (Anoreg-PR), João Carlos Kloster, há tranquilidade para cumprir a data no estado. Ele diz que a medida vai facilitar a compra e venda de imóveis.

“Digamos que eu esteja em uma cidade, mas queira comprar imóvel em outra. 

Atualmente, eu precisaria ir até o registro de imóveis do município onde fica o imóvel que para solicitar a matrícula e verificar se o bem está em dia, se não há pendências nem processo judicial, e se ele tem realmente a metragem e área construída anunciadas”, exemplifica Kloster. “Com o registro eletrônico, qualquer pessoa poderá fazer esse trâmite pela internet, já que essas informações são públicas”, observa.

Além da transição das fichas de papel para a plataforma digital, também haverá integração entre as informações dos cartórios. “Já se fazem tantas operações pela internet, como compras, operações bancárias e reservas de hotéis, por exemplo, que a migração é natural, não seria diferente com os imóveis”, aponta.


De acordo com Kloster, a implantação do registro eletrônico está adiantada no Paraná. “Os registradores de imóveis no estado constituíram uma associação sem fins lucrativos que faz estudos de viabilidade de tecnologia da informação há 12 anos. Aguardamos a regulamentação dessa plataforma pela Justiça Estadual”, comenta. Ele afirma que o Paraná já tem a ferramenta pronta para ser aplicada.

Fonte: Gazeta do Povo.

Luxo é segmento promissor em Curitiba

Incorporadoras locais e grandes empresas de fora lançam empreendimentos de alto padrão

O público de alto poder aquisitivo é alvo de grandes incorporadoras em Curitiba. Com o quarto maior PIB entre as capitais brasileiras, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a cidade ganhou em 2013 o Pátio Batel, seu primeiro shopping de luxo, e neste ano deve consolidar o perfil de alto padrão no mercado imobiliário. Os lançamentos não deixam dúvidas: do Mandala, parceria entre as empresas locais Thá e AG7 Realty, aos prédios da Laguna, Hugo Peretti e San Remo, também curitibanas, os novos projetos residenciais verticais contemplam itens que vão muito além da alta metragem.

Além das incorporadoras locais, empresas de fora estão se posicionando nesse segmento. A Cyrela girou seu radar para a busca e aquisição de terrenos premium. Como resultado, a empresa lançou, em 2013, o 1550 Batel e o Dom – juntos, os empreendimentos somam Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 130 milhões – e para este ano projeta três grandes lançamentos que devem firmar o nome da Cyrela no segmento de luxo e alto padrão.

A Rossi, por sua vez, acaba de lançar mais um empreendimento de alto padrão. Localizado no Alto da Glória, o Rossi PalácioImperial tem projeto inspirado nas elegantes construções inglesas. Conforto e sofisticação são as premissas do empreendimento – segundo o diretor regional da Rossi, Gustavo Kosnitzer, a empresa dá atenção especial às preferências dos moradores de Curitiba. “Já temos um referencial de luxo na cidade, o Palácio Real Batel. O mesmo conceito será adotado para esse novo projeto”, diz o executivo.


Os apartamentos terão entre 170 m² e 212 m². As maiores unidades são coberturas duplex, com três suítes. A torre, com 24 apartamentos e quatro coberturas, tem um VGV estimado em R$ 43 milhões.

Conheça algumas opções de imóveis de luxo em Curitiba


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Lucro imobiliário: quando o imposto deve ser pago



Tributação de 15% incide sobre a diferença entre o valor de compra e o de venda do imóvel.

A valorização dos preços no mercado e a demanda por habitação podem garantir um bom negócio para quem decide vender um imóvel. Mas junto com o lucro imobiliário vem um imposto a ser pago.
A tributação de 15% incide sobre a diferença entre o valor que até então constava na escritura e o total negociado com o comprador na venda, ou seja, aquilo que realmente se caracterizou como lucro na negociação. O valor deve ser pago 30 dias após a assinatura do contrato de compra e venda. 

Mas há casos em que o contribuinte está isento do tributo. O presidente do Sindicato das Empresas de Assessoramento e Serviços Contábeis de Londrina (Sescap-Ldr), Marcelo Esquiante destaca que se o imóvel vendido for residencial e a pessoa que o comercializou comprar outro de igual ou maior valor, em até seis meses, não precisa pagar o imposto. "Mas tem que ser de residencial para residencial, se o imóvel vendido ou o outro comprado for comercial, precisa pagar o imposto", ressalta. 

O procedimento, nesse caso, é não pagar o imposto no prazo de 30 dias. Mas é importante ter a certeza de que outro imóvel será comprado, pois passando o prazo de seis meses, o pagamento do imposto é inevitável e ainda virá acompanhado de juros e multa.
Esquiante explica que nos casos em que o imóvel comprado, posteriormente à venda, tiver um valor menor, o imposto também é cobrado mas com desconto. "A alíquota de 15% vai ser a mesma, mas o sistema da Receita Federal dá um desconto". 

Também está livre do imposto quem tiver um lucro imobiliário que não ultrapasse R$ 35 mil. "É importante lembrar que o imposto é sobre o lucro, ou seja, se vender, por exemplo, dois imóveis e o valor ultrapassar R$ 35 mil, vai ter que pagar o imposto", destaca o presidente do Sescap Londrina. 

Independentemente de ser isento ou não do imposto, as informações sobre a venda de um imóvel precisam constar na declaração do imposto de renda. Isso também vale para os contribuintes que não estão inclusos na faixa salarial que obriga a prestação de contas com o leão. 

Mas como orienta Esquiante, o ideal é calcular tudo antes, já durante o processo de venda. Para saber exatamente qual será o lucro e, se for o caso, quanto pagar de imposto, é possível acessar o site da Receita Federal e baixar o programa "Ganho de Capital". 

Com a notícia do imposto a ser pago não é raro que contribuintes que estão vendendo um imóvel busquem uma forma de driblar o tributo, com informações diferentes na escritura, acordos informais com o comprador ou até mesmo dados que não correspondem com a verdade na declaração do imposto de renda. Pode até parecer tentador, mas os especialistas avisam que, hoje em dia, o sistema tributário está muito mais preparado para o "jeitinho brasileiro". 

"Hoje em dia é tudo informatizado e o jeitinho brasileiro pode dar prejuízo no futuro. As imobiliárias são obrigadas a dar informações corretas, sob pena de responder pelos seus atos. Além disso, mesmo que a pessoa faça algum acordo informal com o comprador, para registrar um valor diferente, na hora que bater o registro no cartório vai confrontar com o cálculo do ITBI, estipulado pela Prefeitura", destaca Rosalmir Moreira, que é um dos diretores da regional Norte do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR). 

A Receita Federal também tem mecanismos cada vez mais eficientes para descobrir as tentativas de escapar dos impostos. E, de acordo com Marcelo Esquiante, o órgão deve intensificar, nos próximos anos, as fiscalizações a respeito de doações, algo muito frequente entre familiares quando se trata de venda e compra de imóveis. "Tanto quem doa quanto quem recebe precisa declarar as doações, inclusive de imóveis, e a receita deve ficar mais em cima disso daqui pra frente". 

Vale a pena
Mesmo com muita burocracia e imposto a pagar, vender um imóvel é compensador na opinião do diretor comercial da Imobiliária Santamérica, Alexandre Moretto. "Não tem nada que bate o investimento do imóvel. Nos últimos quatro anos os imóveis valorizaram mais de 150%. Quem colocou R$ 100 mil no banco há quatro anos não teve o lucro de alguém que vendeu um imóvel nesse mesmo período".


stoque de apartamentos novos em Curitiba atinge o menor patamar do ano

O número de apartamentos residenciais novos disponíveis para a venda em Curitiba atingiu o menor patamar do ano, em agosto. De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), pela segunda vez em 2013, o estoque de apartamentos novos ficou abaixo das 11 mil unidades. Em agosto, assim como em fevereiro desse ano, a capital registrou o volume de 10.934 unidades em estoque, disponibilidade de 30,7% em relação à oferta.
Entretanto, a se considerar o comparativo entre os dois meses, a quantidade de apartamentos residenciais novos em oferta cresceu 5,7%. Em fevereiro de 2013, havia 33.599 imóveis em oferta na cidade, enquanto em agosto esse volume foi de 35.539 imóveis, alta de 5,7%. “Isso mostra que as vendas continuam acontecendo, ainda que o comprador esteja pesquisando mais antes de fechar o negócio”, explica o presidente da Ademi/PR, Gustavo Selig.
A se comparar agosto com o mês anterior, verifica-se uma redução de 2,8% na quantidade de apartamentos residenciais novos em estoque em Curitiba (11.259 unidades), ante a um incremento de 0,7% da oferta (35.286 unidades). A maior baixa de estoque, em termos percentuais, se deu para os apartamentos residenciais de três dormitórios, que totalizaram uma redução de 18% entre as unidades disponíveis, passando de 1.094 para 897 imóveis. 
Quanto ao padrão, a redução mais significativa entre os meses foi para os apartamentos supereconômicos, com preço de até R$ 170 mil. Nessa faixa, a diminuição dos imóveis novos disponíveis para a venda foi de 14,6%, passando de 294 para 251 unidades. Em agosto, as habitações supereconômicas em Curitiba tiveram o segundo menor volume de oferta, com 1.862 unidades, atrás apenas dos imóveis de luxo, que contabilizaram 1.508 unidades em oferta na capital.

Conheça alguns imóveis em Curitiba

Apartamentos novos tiveram alta de 0,8% no último mês em Curitiba

Os apartamentos residenciais novos na capital paranaense registraram alta de 0,88% em agosto desse ano, na comparação com julho de 2013. De acordo com levantamento realizado pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, o preço do médio quadrado privativo chegou a R$ 5.883,00 em Curitiba.

A maior variação no período, de 1,5%, se deu para os imóveis novos com um dormitório, chegando a R$ 5.772,00 o preço médio do metro quadrado privativo. Em seguida, aparecem os apartamento residenciais de três dormitórios, que tiveram alta de 1,2%, com preço médio do metro quadrado privativo de R$ 5.383,00. O preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos de dois dormitórios teve alta de 0,8% (R$ 5.112,00), os de quatro dormitórios de 0,2% (R$ 7.265,00). “Os dados mostram a retomada dos lançamentos de um e de três dormitórios na capital paranaense neste segundo semestre, sendo que os apartamentos de três dormitórios recém-lançados estão concentrados, em sua maioria, no segmento de alto padrão”, analisa o presidente da Ademi/PR, Gustavo Selig.

Em 12 meses, considerando como base o mês de agosto, o preço médio do metro quadrado privativo para os apartamentos residenciais novos aumentou 11,6%. No período, a maior alta se deu para os apartamentos de quatro dormitórios (13,7%) e de um dormitório (11,7%). No acumulado desse ano, os imóveis novos na capital paranaense tiveram reajuste de 6,7%. A maior variação no período se deu para os imóveis de um e de três dormitórios, com alta de 7,8% e 7,1%, respectivamente.

O levantamento conta com uma amostra de 325 empreendimentos e de 10.934 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos), vendidos por construtoras, incorporadoras e imobiliárias em Curitiba. A Ademi/PR estima que, para esse ano, o índice de valorização varie entre 7% e 10% na capital, acima da inflação.

Bairros – Ainda segundo pesquisa da Ademi/PR, em agosto, o Batel desbancou o Campina do Siqueira e voltou a ter o maior preço médio do metro quadrado privativo entre os apartamentos de um dormitório na capital, que chegou a R$ 8.152,01. O bairro também liderou o preço médio do metro quadrado privativo para os imóveis novos com dois dormitórios (R$ 9.158,81). O Bigorrilho permanece com o maior valor entre os imóveis novos com três dormitórios (R$ 7.018,27) e o Cabral entre as unidades residenciais com quatro dormitórios (R$ 8.675,46).

GRÁFICOS:
• Preço médio do metro quadrado privativo para apartamentos residenciais novos em Curitiba (R$/m²) – Agosto/2013
• Preço médio do metro quadrado privativo para apartamentos residenciais novos, por bairro e tipologia (R$/m²) – Agosto/2013: